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quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Hacienda - parte tres


Uma coisa muito legal aqui da Austrália é que em praticamente todas as praças públicas há um brinquedão para as crianças, com brinquedos de escalar, subir, escorregar, deslizar, etc.
Há um parque aqui em Brisbane, chamado New Farm que é muito bonito, fica bem em frente ao Rio Brisbane, com muitas árvores, sombra, churrasqueiras elétricas e brinquedos.
Os brinquedos são sempre de muita qualidade e sempre bem conservados, você não vê nada quebrado.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Procurando um teto

Estávamos hospedados em um hotel simples e tínhamos um objetivo primordial: alugar uma casa para morarmos.
Haviam muitas variáveis a considerar, como por exemplo localização, preço, tamanho, estado da casa, concorrência e disponibilidade. Nós nos sentíamos perdidos no começo.

Então pensei o seguinte: temos duas crianças pequenas que terão que frequentar a escola e isso fará parte da nossa rotina. Eu e a Lourdes iremos trabalhar, mas nós adultos podemos nos locomover mais facilmente, de ônibus, trem, carro ou até mesmo bicicleta. Além disso, a adaptação das crianças na escola é uma questão importante.
Então resolvi procurar pelas escolas públicas de Brisbane, pra conhecer um pouco mais sobre o que cada escola poderia oferecer.
Olhei muitos sites de escolas e teve uma que me chamou a atenção por dois motivos. O primeiro era que a escola tem um programa de integração para crianças estrangeiras. O segundo era que a escola possui algum tipo de integração com as universidades australianas.

A minha decisão então foi dar preferência para o bairro dessa escola.
O que a gente não faz pelos filhos, não é?

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

O barato sai caro - parte dois

Na saída do hotel de Sydney para o aeroporto aconteceu o que não esperávamos, a última alça daquela mala barata que a gente tinha quebrou.

Quando chegamos no aeroporto, a fila para o check in estava enorme. Tivemos que pegar dois carrinhos para carregar as malas, ao preço de 4 dólares cada um, e mesmo assim foi com dificuldade. Nesse dia, as crianças estavam um tanto quanto eufóricas e difíceis de controlar.

No aeroporto só dava a gente, todo mundo ficava olhando aquele casal falando uma língua estranha, empurrando uma montanha de malas, sendo que uma delas estava literalmente sem alça, com duas crianças pra lá e pra cá e a gente tentando manter o controle. Quando chegou a nossa vez, a primeira surpresa. Algumas malas tinham passado o peso permitido. Nossa cota dizia que podíamos levar até 8 malas de 32Kg cada uma, mas cada mala não podia passar de 32Kg. O problema é que nessa semana que ficamos em Sydney, abrimos as malas e acabamos misturando as coisas e não tínhamos uma balança pra checar isso antes.

Não teve jeito, tivemos que abrir as malas, ali mesmo no saguão do aeroporto e ficar tentando mover as coisas de uma mala pra outra pra tentar chegar no peso correto.
Ok, conseguimos, mas aí veio a segunda surpresa. Teríamos que pagar por excesso de bagagem. Eu tentei argumentar, porque o meu bilhete era do trajeto completo, de São Paulo a Brisbane, com escalas em Santiago, Auckland e Sydney. Não fazia sentido eu ter cotas de bagagem diferentes. Não teve jeito, a mulher do guichê chamou um supervisor que não me deu muito espaço para conversa. A nossa sorte é que foi barato, aí pagamos e fomos embarcar.

No resto, a viagem foi bem tranquila e rápida. Quando chegamos, nossos amigos Raider e Ana estavam aguardando a gente no aeroporto de Brisbane. Estes dois são aquilo que podemos dizer, super amigos. Nos apoiaram e ajudaram desde que ainda estávamos no Brasil esperando a papelada ser liberada. Somos muito gratos a eles, esperamos poder retribuir à altura a atenção e o carinho que recebemos.

Dali do aeroporto fomos para o hotel que tínhamos reservado. Como não cabiam todas as malas no carro do Raider, a Lourdes foi com as crianças no carro e eu peguei um táxi com as malas para o hotel, inclusive com aquela sem alça. O traslado foi bem tranquilo.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

A viagem - parte três

O segundo trecho da viagem foi o mais longo, cerca de 13 horas de vôo.
Saímos de Santiago, após uma espera de algumas horas, quase meia-noite do sábado, dia 18 de outubro.
Nós estávamos realmente preocupados com as crianças nesse trecho até Auckland na Nova Zelândia, porque era o trecho mais longo.
Sorte que o avião tinha muitos botões e coisinhas interessantes pra fazer, o que garantiram entretenimento suficiente para o tempo que eles ficaram acordados. Não tenho do que reclamar dos meus filhos, não deram trabalho nenhum na viagem.

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