Mostrando postagens com marcador avião. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador avião. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

A viagem - parte cinco

Conhecemos algumas pessoas brasileiras no avião que também estavam indo para a Austrália. É interessante ver como o fato de estarmos em uma situação semelhante, indo pela primeira vez a um país tão distante, pode aproximar as pessoas. Isso foi muito bom porque nos ajudou a suportar a dureza da viagem e diminuir a tensão causada pela maratona nos preparativos da viagem.

Desembarcamos em Auckland, ficamos algumas horas no aeroporto e aproveitamos para comer alguma coisa.
A Lourdes comprou um café, mas veio um copo cheio de uma água rala que ela acabou jogando fora, êta saudade do cafezinho lá de casa...
Então fizemos uma rodinha de brasileiros e ficamos batendo papo, enquanto aguardávamos o horário de retornar ao avião com destino à Sydney. Foi um momento de relax bem gostoso.

A viagem - parte quatro


Num trajeto longo assim a gente não tem como controlar o tempo porque são muitos fusos horários e a gente nunca sabe exatamente onde está. E pra complicar ainda mais, atravessamos a linha internacional da data.

Pra quem não sabe, há no planeta uma linha imaginária que vai de um polo ao outro onde, de cada lado o calendário mostra sempre um dia diferente. Como saímos do Chile no final do dia 18, estávamos no começo do dia 19 no momento que atravessamos essa linha, o que nos levou diretamente para o dia 20 de manhã. Isso é uma coisa engraçada e difícil de compreender às vezes, mas é como se tivéssemos perdido um dia inteiro de nossas vidas. O mais engraçado (acho que não para ela) é que o dia 19 era o dia do aniversário da Lourdes, justamente o dia que perdemos.
Esta foi realmente uma situação inusitada, e só o fato de ter tido o privilégio de comemorar o aniversário à bordo de um avião cruzando a linha internacional da data já é um presente e tanto.
Quantas pessoas têm uma oportunidade como essa na vida ?

A viagem - parte três

O segundo trecho da viagem foi o mais longo, cerca de 13 horas de vôo.
Saímos de Santiago, após uma espera de algumas horas, quase meia-noite do sábado, dia 18 de outubro.
Nós estávamos realmente preocupados com as crianças nesse trecho até Auckland na Nova Zelândia, porque era o trecho mais longo.
Sorte que o avião tinha muitos botões e coisinhas interessantes pra fazer, o que garantiram entretenimento suficiente para o tempo que eles ficaram acordados. Não tenho do que reclamar dos meus filhos, não deram trabalho nenhum na viagem.

domingo, 19 de outubro de 2008

A viagem - parte dois



Imagem maravilhosa da Cordilheira dos Andes, imensidão da natureza. A gente se sente uma formiguinha nesse mundo tão grande.

sábado, 18 de outubro de 2008

A viagem

Ficamos muito apreensivos com a viagem.
Primeiro porque estávamos com muita bagagem. Não chegamos a exceder o que tínhamos direito de levar, mas a quantidade de malas que tínhamos era definitivamente muita coisa pra dois adultos.
Sabíamos que teríamos nossos amigos pra nos ajudar no aeroporto, mas certamente teríamos um trecho dentro do aeroporto que seríamos só nós.

Segundo, porque sabíamos que a partida no aeroporto seria bastante emocionante. E realmente foi. Sabemos que todo mundo que estava lá se emocionou e sentiu com a despedida, mas tenho fé que em pouco mais de um ano estaremos aí pra rever todo mundo.

Terceiro, estávamos preocupados com as crianças, fechadas em um avião apertado (classe econômica, né ?!?) durante várias horas. Até que foi tranquilo com eles, a excitação da viagem e os botõezinhos do controle da telinha do avião garantiram entretenimento pra eles durante o período que ficaram acordados. E eles dormiram uma boa parte da viagem.
Estávamos muito preocupados com a Sofia, porque na véspera de embarcarmos ela começou a ter um pouco de febre. Uma semana antes o Bruno ficou uns cinco dias com problemas intestinais e febre, seria terrível se ela ficasse do mesmo jeito a bordo do avião.
Mas graças a Deus ela não teve nenhum problema intestinal, o que foi ótimo. A febre dela a gente foi controlando pra não deixar subir muito. No final as crianças nos surpreenderam, não deram quase nenhum trabalho na viagem e se divertiram bastante.

No vôo até Santiago ninguém dormiu, o que foi ótimo, exatamente como havíamos planejado. Foi um vôo de 3 horas e meia, mais ou menos, comemos e conversamos durante esse período. Sobrevoamos a Cordilheira dos Andes, e estava de dia ainda, é uma coisa muito linda, maravilhosa de se ver.

Seguidores